Uma juventude contra a ditadura militar

União da Juventude Patriótica: jovens contra a ditadura e o imperialismo.

Por Augusto Buonicore *

Á Joel Vasconcelos dos Santos e Lincoln Bicalho Roque, heróis da juventude e do povo brasileiro

Nasce a UJP

Existe uma visão equivocada sobre a política adotada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no auge da ditadura militar. Muitos ainda acreditam que ele, especialmente após a decretação do AI-5, tivesse abandonado sua atuação no movimento de massas para se dedicar exclusivamente à luta armada.
De fato, o PCdoB empregou parte importante de suas energias na montagem da guerrilha rural, mas jamais abandonou a perspectiva de se inserir nas lutas sociais urbanas. Foi, justamente, isso que o diferenciou da maioria das correntes revolucionárias que combatiam a ditadura militar, tornando-o numa força política expressiva – ao lado da Ação Popular (AP) – no interior movimento estudantil brasileiro. Este partido chegou a ter maioria na última diretoria clandestina da UNE (1970-1973). Particularmente no antigo Estado da Guanabara este crescimento foi mais sentido.
Neste artigo trataremos de uma das muitas das tentativas feitas pelo Partido Comunista do Brasil para se manter vinculado às massas juvenis no auge da truculência ditatorial (1969-1975). Refiro-me a experiência de construção da União da Juventude Patriótica (UJP).
Uma das pessoas indicadas pela direção do Partido para organizar essa entidade foi Myriam Ribeiro Costa, estudante da UFRJ. O PCdoB da Guanabara, afirmou ela, “destacou alguns quadros para participarem de uma Comissão Estadual Provisória, com o objetivo de construir uma agremiação revolucionária que congregasse os jovens independentes interessados e motivados em lutar contra o regime militar e pelas reivindicações populares (…). Durante l969 e no início de l970, reunimo-nos inúmeras vezes para discutir e elaborar o Programa e o Estatuto, que seriam o ponto de partida da empreitada”.
A decisão não foi fácil, pois existiram opiniões diferentes sobre como esta entidade deveria ser organizada: “quando discutíamos o Estatuto, chegamos a um impasse: a UJP deveria ser oficialmente subordinada ao PCdoB, por menção estatutária, ou ser dirigida por esse partido, sim, mas num quadro de autonomia política? Nesse ponto, solicitamos a presença do Comitê Regional. Não sendo resolvida a controvérsia, apelamos ao Comitê Central, que decidiu pela segunda alternativa (…). Carlos Danielli ajudou a por um ponto final na controvérsia: a UJP deveria ser uma organização de frente única, dirigida pelo PCdoB, sim, mas por meio da eleição democrática de seus dirigentes, e não uma espécie de Juventude Comunista, de antemão vinculada a esse partido e oficialmente subordinada às suas decisões”.
Carlos Henrique Tibiriçá – ou simplesmente Caíque – começou a se aproximar da esquerda em 1966, ficando dividido entre o PCdoB e a Ação Libertadora Nacional (ALN). Contudo, quando da decretação do AI-5, ele optou por se vincular definitivamente ao primeiro. Enquanto comunista e militante do movimento estudantil, participou ativamente do processo de construção da UJP e compôs a Comissão Estadual, ficando responsável pelo setor secundarista. Este, por sinal, foi um dos setores mais ativos daquela organização, até ser destroçado pela repressão pouco tempo depois.
Numa entrevista ao autor, Caíque esclareceu que “a criação da UJP (…) era parte de uma experiência que se desse certo na Guanabara seria paulatinamente estendida aos demais estados (…). As primeiras discussões sobre a criação da UJP que participei, foram com Jover Telles, Armando Frutuoso, Lincoln Bicalho Roque e o assistente do meu setor, que era o José Roberto Brum de Luna, todos dirigentes do Comitê Estadual, os três primeiros também do Comitê Central”.
Assim, em março de 1970, foi fundada a União da Juventude Patriótica e para se filiar a ela não precisava ser comunista ou marxista-leninista. Bastava ser antiimperialista e contra a ditadura militar. O seu estatuto afirmava que ela se constituía numa “organização revolucionária de jovens patriotas e democratas, sem distinção de raça, classes, princípios ideológicos, religiosos e filosóficos”. O seu objetivo era “mobilizar, unir e organizar os jovens cariocas na luta pela derrubada da ditadura militar que infelicita nossa pátria, pela libertação do Brasil do jugo do imperialismo norte-americano e pela extinção do latifúndio; pela conquista de um governo verdadeiramente democrático e popular que assegure à juventude e a todo o povo brasileiro um regime de liberdade, progresso, cultura e um mínimo de vida digna”.

A entidade se organizava através de núcleos dos quais participavam entre 3 e 5 jovens. Estes núcleos se estruturavam clandestinamente por local de trabalho, setor profissional, de estudo, de moradia, esportivo e de diversão. Seus membros usavam “nomes de guerra” e os diversos núcleos não podiam ter relações horizontais entre si. Era uma estranha mescla de entidade de massas que ao mesmo tempo era clandestina. Uma fórmula que já sinalizava para dificuldades futuras.
Da primeira direção da UJP participavam: Lincoln Bicalho Roque (Mário), como secretário político; Myriam Ribeiro Costa (Mariana), como secretária de organização e de imprensa; Carlos Henrique Tibiriça (Artur), responsável pelo setor secundarista. Havia ainda duas outras pessoas cuja identidade ainda não se tem certeza. Lincoln Bicalho (foto ao lado), segundo Caíque, “era um dirigente preparado, formulador, organizador, sempre parceiro de todos os militantes. Muito querido por todos os que o conheceram. Sua atuação foi fundamental para que a UJP se consolidasse. Atuava com desprendimento e alegria”. Ele tinha ingressado no PCdoB após o golpe de 1964 vindo de uma importante dissidência do PCB na Guanabara.

Veja a cena do documentário de Silvio Tendler que aparece uma cena com Lincoln Bicalho Roque e sua companheira Tânia:

Uma juventude contra a ditadura e o imperialismo.

A opção pela luta armada – especialmente a guerra popular prolongada – estava presente em todos os documentos da entidade. Afinal seus principais dirigentes eram do PCdoB. O programa, por exemplo, afirmava: a UJP visa “unir e organizar em suas fileiras, os jovens patriotas da Guanabara (…) para que possamos desempenhar de modo unificado nosso papel (…) nos preparativos para o desencadeamento da guerra do povo”. A mesma conclamação era feita em seus boletins. A existência da UJP contribuiu muito no processo de recrutamento de jovens cariocas para a Guerrilha do Araguaia, iniciada em abril de 1972. Cerca de duas dezenas deles lutaram e morreram na guerrilha. Isso explica a violenta repressão que se abateu sobre aquela organização revolucionária juvenil.
Um das primeiras medidas da nova direção foi lançar um boletim intitulado simplesmente UJP. “A tarefa de editar o jornal da UJP, declarou Myriam, era minha. Lincoln se responsabilizava pelo editorial e ainda escrevia outras matérias. Também era minha função produzir a seção que relatava as lutas do povo brasileiro desde o período colonial (…). O objetivo dessa coluna era, com tais exemplos, despertar uma identidade histórica nacional e estimular a luta revolucionária. (…) Eu admirava (o Lincoln) por sua rapidez em escrever. Como éramos responsáveis pelo jornal, às vezes íamos à Biblioteca do Real Gabinete Português, para discutirmos um pouco mais sobre as matérias. Não raro, ali mesmo ele redigia o editorial, num arranque só. Geralmente, escrevia à mão, no primeiro pedaço de papel que encontrava”.
Na “Semana da Pátria” de 1970, no ápice do ufanismo ditatorial, os seus militantes distribuíram milhares de manifestos ao povo brasileiro. Neles se afirmava: “A Ditadura entreguista nunca defenderá a Pátria brasileira. Nossa independência precisa ser conquistada pelo povo. É preciso que o povo brasileiro se una e lute corajosamente, inclusive de armas nas mãos. Só assim será derrubada a ditadura assassina e traidora de Médici. Só assim conseguiremos um governo popular e verdadeiramente revolucionário”. Em março de 1971, a UJP lançou o manifesto: “7 anos de fascismo – Abaixo a ditadura. O povo vencerá!”. Novamente conclamava a necessidade de preparação da guerra popular contra o regime militar.
Ser pego com esses panfletos poderia custar muito caro para os seus jovens militantes. Entre outubro e novembro de 1970 caiu nas garras da repressão o núcleo da Faculdade de Direito da UFRJ. Mas, o pior ainda estaria por vir.

No dia 15 de março de 1971, o líder secundarista negro Joel Vasconcelos dos Santos (foto ao lado) e um companheiro foram presos próximo do morro do Borél. Os dois passaram a ser torturados. Na ocasião, Joel carregava inúmeros documentos das organizações clandestinas nas quais militava: a UJP e o PCdoB O amigo testemunhou que ele foi seviciado durante todo tempo que estiveram juntos na Polícia do Exército. Morreu destroçado nas garras dos seus algozes sem dizer uma única palavra, pois ninguém “caiu” devido a sua prisão. “Cair” era a gíria que usavam para referir-se a prisão de militantes.
Joel era aluno da Escola Técnica do Rio de Janeiro e um dos principais organizadores da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas (AMES) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Os órgãos de repressão ainda tentaram negar sua detenção e, depois, disseram que já havia sido libertado. Desde então nunca mais foi visto. Ele foi o primeiro militante do PCdoB a ser assassinado durante a ditadura militar brasileira.
Na mesma época, a polícia invadiu a Escola Técnica Federal de Química e prendeu a estudante Elisabeta Bonetti. Ela, como de praxe, foi muito torturada. O fato de ter nacionalidade italiana quase causou um incidente internacional. Depois de uma negociação entre os dois governos, a jovem comunista foi expulsa do país. Como Joel, a garota Elisabeta era membro da direção do Comitê Secundarista do PCdoB e da União da Juventude Patriótica.

Em meados do ano anterior, a UJP tinha tido uma importante participação na campanha da contra a “farsa eleitoral”. Em 1970 o total de votos nulos e brancos, defendidos pela esquerda, bateu um recorde histórico, atingindo 30,3% dos eleitores. Some-se a esses os 22,6% que resolveram se abster da votação. Isso mostrava o descontentamento, ainda que difuso, com o regime militar.
A UJP destacou-se por sua capacidade de agitação e propaganda: “Realizávamos grandes panfletagens. Boletins eram amplamente divulgados, pichações eram feitas em todos os bairros, e a maioria dos banheiros de restaurantes e ônibus da cidade tinham inscrições a Pilot da UJP. Organizamos desta forma, centenas de jovens muitos deles não militantes do PCdoB. A ‘chuva de panfletos’ era realizada na mesma hora por pares de militantes que recebiam na hora a localização da janela onde deveriam jogar os volantes, a justificativa do que faziam no prédio em caso de repressão”, concluiu Caíque. Um outro militante secundarista, José Roberto Áreas, descreveu assim a sua atuação: “os militantes tinham um pincel atômico e escreviam em todas as portas ou paredes dos banheiros públicos, assinando UJP em um triângulo. Em cada ponta do triângulo uma letra. Nos bancos dos ônibus também era comum escrever nas costas do banco da frente”.

Em junho de 1970 os estudantes, comandados pela UNE e a UBES clandestinas, realizaram uma manifestação contra a invasão do Camboja pelos EUA e conclamando o voto nulo. Quem falou pelas duas entidades foram, respectivamente, Ronald Rocha (foto ao lado) e o Luis Artur Turíbio (Turiba) – dois dirigentes estudantis do PCdoB. Um dos participantes descreveu esse ato: “Queimamos uma bandeira americana, levada por nós, secundaristas, caminhamos com a bandeira vermelha e azul com a estrela dourada dos vietcongs e enforcamos um boneco do Tio Sam”. Grande parte dos manifestantes era ligada a UJP.
Segundo os órgãos de repressão existiam mais de 15 núcleos da UJP nas escolas secundárias da Guanabara. Para Caíque, responsável por essa frente, o número de núcleos era bem maior. Sobre a influência da entidade, nos confidenciou Myriam Ribeiro, “de março de l970, quando foi fundada oficialmente, a setembro de l972, a UJP cresceu vertiginosamente, chegando a ter cerca de 600 membros. Afirmo, com certeza, essa data e esse número de militantes porque, em nosso último ‘ponto’, eu e Lincoln fizemos um balanço geral da situação”. Números realmente espantosos, tendo em vista que vivíamos em meio a uma ditadura militar fascista.
Um dos motivos deste crescimento é que as organizações de esquerda, como a Dissidência Comunista da Guanabara, que tinham força junto aos estudantes, acabaram se afastando do movimento para dedicarem-se quase que exclusivamente à atuação guerrilheira. No início dos anos 1970, quando a UJP ainda se formava, a grande parte das jovens lideranças que partiram prematuramente para a luta armada já estava presa, exilada ou morta. Criou-se, assim, uma vazio político que foi rapidamente preenchido pela combativa juventude criada pelo PCdoB.

Guerrilha, repressão, morte … e esperança.

Após o início da Guerrilha do Araguaia, em abril de 1972, teve início a grande repressão contra o PCdoB nas cidades. No Rio de Janeiro as prisões começaram entre maio e junho daquele mesmo ano. Os primeiros a cair foram os combativos secundaristas. Caíque (Foto ao lado), responsável pelo setor, afirmou: “Só fui saber da extensão das quedas quando já estava no DOI-CODI da Rua Barão de Mesquita no Rio num ambiente de torturas generalizadas”. Do Comitê Secundarista foram presos, além de Caíque, Tasso de Lara Donato Cristina Capistrano (filha de David Capistrano), Iracema Soares, Ubirajara Soares, Luís Artur Turíbio (o Turiba da UBES), Fernando Leite Costa. O principal dirigente comunista preso na ocasião foi José Roberto Brum de Luna, que era membro do Comitê Regional e dava assistência ao comitê secundarista do PCdoB.
Na rede também cairia o secundarista José Roberto Áreas: “uma companheira não resistiu as tortura e levou a repressão no Colégio Estadual Paulo de Frontin onde eu estudava. Ao entrar na escola fui abordado por vários policiais a paisano, me chamando pelo codinome de João. A partir daí fui seqüestrado e me levaram para um carro. Colocaram um capuz na minha cabeça e me fizeram deitar no chão do carro em frente os bancos detrás (…). Começaram a rodar, e conversando entre eles aonde deveriam despachar o meu corpo. (…) A partir dai foi o tempo todo numa roda e levando porrada por todos os lados sem saber de onde vinha porque estava de capuz (…). Depois me levaram para a geladeira, que era um frigorífico e ficava fechado com frio e escuro e na câmara de som, onde se ouvia um som com várias intensidades, que penetrava nos poros como se fosse agulha espetando, ou nos colocavam numa sala, com holofotes do exército aceso em cima de gente fazendo um calor violento (…). Toda hora ouvia a chegada de mais gente, gritos de tortura”. José Roberto calculou que mais de cem pessoas estavam presas ali. Alguns afirmam que, no total, foram 300 os militantes comunistas encarcerados naquela ocasião. A maior operação policial realizada contra o PCdoB nas cidades até então.
Num primeiro momento as estruturas do Comitê Universitário e do Comitê Regional do PCdoB não foram muito atingidas. No entanto, as coisas se complicaram ao longo do ano. A repressão estava decidida a eliminar o PCdoB do Rio de Janeiro, considerado um dos principais celeiros de quadros para a Guerrilha do Araguaia. No final de agosto ocorreu a prisão de Ronald Rocha, dirigente do PCdoB e diretor da UNE. A onda repressiva, finalmente, chegou aos universitários.
Entre dezembro de 1972 e março de 1973 quatro importantes membros do Comitê Central ligados ao Rio de Janeiro foram presos, torturados e assassinados: Carlos Danielli, Lincoln Cordeiro Oest, Luiz Guilhardini e Lincoln Bicalho Roque. O assassinato de Lincoln Bicalho representou um duro golpe contra a UJP. Os principais núcleos agora estavam desorganizados e seus dirigentes presos ou foragidos. Apesar das pesadas baixas, a UJP continuou existindo e resistindo.
Uirtz Sérvulo, por exemplo, ingressou na UJP em 1972 e escapou da onda de prisões. Ele era ligado ao setor da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro e, por segurança, não tinha qualquer contato com o setor estudantil. Entre suas atividades estava a divulgação da Guerrilha do Araguaia. Segundo ele, a UJP ainda se envolveu numa campanha pelo voto nulo nas eleições de 1974. Possivelmente não tenha chegado aos seus quadros a nova diretiva do PCdoB que era votar na oposição à ditadura, ou seja apoiar o MDB contra a ARENA.
Outra ex-militante da UJP, Dilcéia Quintela, ingressou na organização no início de 1974 e atuava em Nova Iguaçu, baixada fluminense. Em 1975 ela e Uirtz foram presos, na nova queda que atingiu o PCdoB no Rio de Janeiro. “Provavelmente, disse-nos ele, o nosso setor foi o último a ser aprisionado pela ditadura, em maio de 1975. Não conheço registro de ações da UJP após estas quedas”. De fato, as novas quedas do Comitê Regional do Rio de Janeiro em 1975, que levaram a morte Armando Frutuoso e as prisões de Jover Telles e José Maria Cavalcante, impuseram obstáculos instransponíveis à existência de uma organização como a UJP.
Durante a sua existência mais de uma centena de jovens militantes foi presa e seviciada nas delegacias e quartéis. Lincoln e Joel morreram sob torturas e outras dezenas tombaram nas selvas do Araguaia. Eles não conseguiram derrubar a ditadura e construir um poder popular como almejavam, mas nos deixaram uma semente. Como afirmou um de seus antigos militantes: “A UJP foi um pólo de resistência à ditadura. Nas condições adversas para a luta popular, contribuiu para manter acesa a chama da revolução no Rio de Janeiro”. Viva a União da Juventude Patriótica.

Referências:

§ Agradeço os depoimentos dados por Carlos Henrique Tibiriçá (o Caíque), Myriam Costa de Oliveira, ex-dirigentes da UJP; Ronald Rocha; José Carlos Áreas; Uirtz Sérvulo; Dilcéia Quintela; Nelson Nahon e Dyneas Aguiar.

§ Estatuto, Programa, jornais e processos contra membros da UJP encontrados na coleção Brasil Nunca Mais que se encontra depositada no arquivo Edgar Leuenroth/Unicamp.

* Augusto Buonicore é historiador e secretário geral da Fundação Maurício Grabois.

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